Morre lentamente quem não viaja
Quem não lê, quem não houve música
Quem destrói o seu amor próprio
Quem não se deixa ajudar
Morre lentamente quem se transforma escravo do hàbito
Repetindo todos os dias o mesmo trajecto
Quem não muda as marcas no supermercado,
Não arrisca vestir uma cor nova
Não conversa com quem não conhece.
Morre lentamente quem evita uma paixão
Quem prefere o “preto no branco” e os “pontos nos is”
A um turbilhão de emoções indomáveis
Justamente as que resgatam brilho nos olhos,
Sorrisos e soluços, coração aos tropeços, sentimentos.
Morre lentamente quem não vira a mesa quando está infeliz no trabalho
Quem não arrisca o certo pelo incerto atrás de um sonho
Quem não se permite, uma vez na vida,
Fugir dos conselhos sensatos.
Morre lentamente quem passa os dias queixando-se da má sorte ou da
Chuva incessante, desistindo de um projecto antes de iniciá-lo
Não perguntando sobre um assunto que desconhece
E não respondendo quando lhe indagam o que sabe.
Evitemos a morte em doses suaves, recordando sempre que estar vivo
Exige um esforço muito maior do que o simples acto de respirar.
Estejamos vivos, então!
Muito bacana o blog ,depois volto com mais calma...
ResponderExcluirse puder vote na minha indicada para bela do blog do mês de maio ,Mariana felicio,no lado esquerdo do tudo é historia.
http://tudehistoria.blogspot.com/
já votei. a fernanda machado ganha essa fácil fácil... nada de mariana felício...
ResponderExcluirops
ResponderExcluirmeus livros de neruda foram emprestados tambem e ainda espero a devolução
alguém me mate antes que eu empreste mais alguma coisa
eu até ontem achava que vc não empretava nada...
ResponderExcluir